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Classificação e Extensão Vocal

Classificação



Extenção vocal

Baixo:
Ele começa geralmente no Mi, Fá ou Sol 1 (pode ser mais grave também) e, como a tessitura humana é de, geralmente, 2 oitavas ele deve ir ao Mi, Fá ou Sol 3. Mas a voz do baixo em um coral, raramente ultrapassa o ré 3.

Barítono:
Começa Fá, Sol, Lá 1 e vai geralmente às suas 2 oitavas, Fá, Sol, Lá 3, no coral, não deve ultrapassar o Mi ou o Fá 3.

2º Tenor:
Sol, Lá, Si 1 e vai geralmente às suas 2 oitavas, Sol, Lá, Si 3. No coral, não creio que coloquem os 2º tenores para irem até o Si 3, mas em um solo é bem provável.

1º Tenor:
Lá e Si 1, Dó 2, e vai geralmente às suas 2 oitavas, Lá e Si 2, Dó 4, no coral, é possível que chegem ao Dó 4 ou ao Si 3.

2º Contralto:
Mi, Fá, Sol 2, e vai geralmente às suas 2 oitavas, Mi, Fá, Sol 4, no coral, raralmente chegam ao Ré 4.

1º Contralto:
Fá, Sol, Lá 2, e vai geralmente às suas 2 oitavas, Fá, Sol, Lá 4. No coral, também não devem passar do Mi 4.

2º Soprano:
Sol, Lá, Si 2, e vai geralmente às suas 2 oitavas, no coral, podem chegar ao Si ou ao Sol comumente.

1º Soprano:
Lá e Si 2, Dó 3 e vai geralmente às suas 2 oitavas, Lá e Si 4, Dó 5. No coral, pode chegar ao Dó 5 ou mais.




Vídeos

Soprano - Sarah Brightman – "Dust in the wind"
Mezzo-Soprano – Maria Bethânia – "Luar do sertão"

Contralto
- Ana Carolina – "Vai"

Tenor - Fred Mercury – "Love of my life"

Barítono
- Emílio Santiago – "Saigon"

Baixo
- Tim Maia – "Gostava tanto de você"
 

Vozes Femininas

Soprano coloratura (palavra italiana), ou soprano ligeiro:

O termo coloratura significava, na origem, “virtuosismo” e se aplicava a todas as vozes. Hoje, aplica-se a um tipo de soprano dotado de grande extensão no registro agudo, capazes de efeitos velozes e brilhantes.
Exemplo: a personagem das Rainha da Noite, em Die Zauberflöte [A flauta mágica], de Mozart.

Soprano lírico:
Voz brilhante e extensa.
Exemplo: Marguerite, na ópera Faust [Fausto], de Gounod.

Soprano dramático:
É a voz feminina que, além de sua extensão de soprano, pode emitir graves sonoras e sombrias.
Exemplo: Isolde, em Tristan und Isolde [Tristão e Isolda], de Wagner.

Mezzo-soprano (palavra italiana):
Voz intermediária entre o soprano e o contralto.
Exemplo: Cherubino, em Le nozze di Figaro [ As bodas de Fígaro]

Contralto:
Muitas vezes abreviada para alto, a voz de contralto prolonga o registro médio em direção ao grave , graças ao registro “de peito”.
Exemplo: Ortrude, na ópera Lohengrin, de Wagner.

Vídeos

Soprano Lírico:
Soprano dramático:

Mezzo-soprano:

Contralto:
 

Vozes Masculinas

Contra tenor:
Voz de homem muito aguda, que iguala ou mesmo ultrapassa em extensão a de um contralto. Muito apreciada antes de 1800, esta é a voz dos principais personagens da ópera antiga francesa (Lully, Campra, Rameau), de uma parte das óperas italianas, do contralto das cantatas de Bach, etc…

Tenor ligeiro:
Voz brilhante, que emite notas agudas com facilidade Ou nas óperas de Mozart e de Rossini, por exemplo, voz ligeira e suave.
Exemplo: Almaviva, em Il barbiere di Siviglia [O brabeiro de Servilha], de Rossini; Tamino, em Die Zauberflöte [A flauta Mágica], de Mozart.

Tenor lírico:
Tipo de voz bem próxima da anterior. Mais luminosa nos agudos e ainda mais cheia no registro médios e mais timbrada.

Tenor dramático:
Com relação à anterior, mais luminosa e ainda mais cheia no registro médio.
Exemplo: Tannhäuser, protagonista da ópera homônima de Wagner.

Barítono “Martin”, ou Barítono francês:
Voz clara e flexível, próxima da voz de tenor.
Exemplo: Pelléas, na ópera Pelléas et Mélisande, de Debussy.

Barítono verdiano:
Exemplo: o protagonista da ópera Rigolleto, de Verdi.

Baixo-barítono:
Mais à vontade nos graves e capaz de efeitos dramáticos.
Exemplo: Wotan, em Die Walküre [A Valquíria], de Wagner.

Baixo cantante:
Voz próxima à do barítono, mais naturalmente lírica do que dramática.
Exemplo: Boris Godunov, protagonista da ópera de mesmo nome, de Mussorgski

Baixo profundo:
Voz de grande extensão a amplitude no registro grave.
Exemplo: Sarastro em Die Zauberflöte [A flauta mágica] de Mozart.

Sopraninos:
Desde a Idade Média, os meninos na faixa dos sete aos 15 anos são requisitados para interpretar obras sacras. É quando os garotos atingem o status de sopranino, a mais aguda das vozes. Mais até do que as vozes femininas de sopranos e contraltos – a do sopranino soa uma oitava acima. Séculos atrás, estrelas nos palcos europeus, eles chegaram a se tornar alvo de controvérsias devido à proliferação das castrações (comuns naquela época). A mutilação era uma tentativa desesperada de frear a produção de hormônios masculinos e prolongar ininterruptamente o tempo com a voz cristalina.


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